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Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

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Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Selene' em 23rd Agosto 2014, 13:48

Capítulo 1 - Novo caminho, nova jornada, novas aventuras!:

1 - Fazendo amizades ✮✮✮ - Boa!
2 - Duas Violettas? Como assim? ✮✮✮✮
3 - O lutador Solitário

Pokedex Crystall:

1-Sunflora:


Sunflora, o Pokémon sol. Este Pokémon sorrindo ama o sol, mas também precisa de muita água para garantir o desenvolvimento saudável.


2 - Quilava:

Quilava, o Pokémon Volcano, ea forma evoluída de Cyndaquil. Quilava intimida adversários com o calor de sua chama, e quando estiver pronto para a batalha, o fogo arde com mais força.
3 - Hawlucha:
Embora o seu corpo é pequeno, as suas habilidades de luta proficientes permitir-lhe manter-se com grandes bruisers como Machamp e Hariyama.


Última edição por Violetta em 31st Agosto 2014, 15:20, editado 8 vez(es)




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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Njoy' em 23rd Agosto 2014, 16:14

Pois bem, pode começar novamente :P
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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Selene' em 24th Agosto 2014, 10:48

Capítulo1 – Novo caminho, nova jornada, novas aventuras!
Titulo: Fazendo amizades [Treino Fennekin e Kirlia, evolução fennekin]


Há exatamente dois meses, havia saído de casa com o intuito de ser a melhor das melhores. Junto com minha companheira Fennekin nos aventuramos na bela região de Kalos, onde conheci e capturei grande parte de meus pokemons. O ultimo capturado por mim foi Rotom, o apelidei carinhosamente de Nio.
 
 Rotom é especialista em achar coisas (Ou roubar), há alguns dias ele me trouxe um item muito estranho. Era uma pedra em formato de coração e dentro dela havia um tipo de letra, porém não conseguia ler. Nem o professor soube explicar o que era eu estava muito curiosa para saber que item era aquele, então Sycamore me disse que tinha uma amiga em outra região que era especialista nesse tipo de coisa, na hora eu perguntei que região era essa, estava disposta a ir para qualquer lugar para desvendar o mistério da minha pequena joia.

 O nome da região é Crystal, ele parecia preocupado com algo. Logo percebi o jeito do professor e o perguntei por que estava assim. O mesmo me respondeu que aquela região era um local perigoso para uma menina, lá ainda não tinha muitos policiais e existiam muitas gangues, ele disse em especial o nome de uma “Team Nêmeses”. Depois ele simplesmente se calou e perguntou se realmente queria ir, eu disse que sim.

 Ele logo me entregou uma passagem de barco e também uma pokedex em especial, capaz de coletar as informações de todos os pokemons. Animei-me muito naquela hora, logo peguei minha mochila e fui me despedir de minha avó, a mesma me desejou muita sorte. Estava pronta para seguir meu caminho, então é isso que estou fazendo aqui. Há meia hora sentada em um banco esperando o navio chegar.

--Será que ele vai demorar muito Nina? – Perguntava para minha pequena raposa, Fennekin que estava descansando em cima da minha cabeça. – Eu estou muito ansiosa, quero conhecer essa nova região. Lá parece ser um lugar bem calmo, quero ser a primeira top coordenadora de lá!

--Fenne!  -Dizia Fennekin com um tom de ironia.

--Eu sei que ainda não ganhei nenhuma fita, mas eu garanto que lá vai ser diferente! –Dizia eu cheia de sonhos e ideias, ainda entediada, mas bastante animada.

Já estava me preocupando, uma tempestade estava se aproximando aos poucos. Não queria molhar minha roupa nova, então corri para encontrar um abrigo.

--Vem Fennekin, nós precisamos ficar em um lugar que não caia chuva! –Pegava Fennekin, que caminhava em meu lado, e punha entre meus braços.

--Kin, kin! –Nina parecia estar sentido muito frio.

--Calma, nós já vamos chegar! –Então avistava um barraco, ele parecia abandonado. Seria um ótimo lugar. –Ali, vamos lá! –Me agarrava a Nina e fugia depressinha para a casa, sem perceber que alguém já estava lá dentro.

 Chegando lá, vejo dentro da casa um vulto. Não me importo muito, logo me ajeito no chão e começo a juntar trapos e galhos para tentar fazer uma “Fogueira”.

-- Pronto Fennekin! Por favor, use brasa!

[Nina se levantava com muita falta de vontade, logo ela se aproxima do montinho de trapos e lança uma pequena brasa de fogo que se alastra facilmente nos panos.].

--Agora da para nós aquecermos. –Pegava Nina e lhe dava um grande abraço, querendo se aquecer com os pelos da mesma. Aos poucos começa a chegar um sono e logo decido, vou tirar uma soneca bem rápida.

--Feene. –Ela também se ajeitava e tentava dormir.
Eu conseguia dormir. Estava sonhando com minha nova jornada, uma alegria por si só. Porém logo essa alegria acaba quando ouço um estranho som vindo do quarto ao lado.

[Roooonch]

--O que foi isso? –Dizia me levantando e olhando com medo para Fennekin.

--Fenne!

--Você também ouviu? –Dizia colocando Nina no chão.

--Kin! –Ela mexia sua cabeça como se estivesse dizendo “Sim”.

--Eee você acha que é o que? –Fiquei um pouco Gaga (De gago) pelo susto.

--Nekin! –Ela parecia dizer “Não”.

--Você acha que a gente deve verificar? –Olha para Fennekin com uma expressão de medo. –Pode ser um... Pode ser um...Pode ser um fantasma!

--Fennekin! –Nina fazia uma cara de corajosa, ela parecia dizer “Pode deixar que eu verifico”. Então logo ela avança para o quarto seguinte tentando descobrir o causador do som.

--Espera eu vou também! *Corria atrás de Nina para ver o que tinha acontecido.

--Kin! Kin! Kin! –Ela apontava para um pé, o resto do corpo estava coberto por uma coberta.

--Uma pessoa. –Ficava surpresa e tentava se aproximar para ver se a conhecia. –Roncando tão alto parecia um Snorlax! Melhor sairmos daqui, antes que ela acorde. –Dizia se afastando do corpo que tinha um formato masculino.

--Fenne! –Nina tentava fazer o mesmo, porem quando ela tenta se afastar ouve novamente o som do ronco e se assusta pulando em cima do corpo do homem.

-- Quem esta ai!!! Gritava o homem jogando a coberta com nina para a parede. O homem estava apenas de cuecas.


--Nina! –Eu corria para ajudar minha raposinha, mas logo que percebo a situação do homem tapo meus olhos, um pouco envergonhada.


--Fennekin! –Nina usava o lança-chamas para se livrar da coberta, a queimando por completa.


--Espera quem é você? –Dizia o homem curioso e com medo ao mesmo tempo. Continuava recolhida com vergonha de olhar para o homem. –O que foi? A senhorita é muda? –Ele continuava nu, porem não pensava nessa hipótese. Logo levanto minha mão e aponto para o mesmo, logo ele percebe sua situação e corre para se vestir.

--Já se vestiu? –Tirava a mão da frente de meus olhos bem devagar, esperando a resposta do homem.

--Já e agora me responda! Quem é você e o que faz aqui? –Ele cruzava os braços esperando minha resposta.

--Eu sou Violetta. Estou aqui me abrigando da chuva! E quem é você? O Tarado das pokebolas?

--Claro que não. Meu nome é Kaay. –Ele se sentava.

 --E o que fazia aqui senhor “Kay”? –Se aproximava do homem.

--Não sei se percebeu, mas eu estava dormindo.

--Ava? É verdade? Pergunto por que estava dormindo aqui, bem perto do porto.

--Estou esperando meu navio chegar, estou indo para a região Crystall. A, e meu nome é “Kaay” não “Kay”.

--O que você vai fazer lá? Sabe, nessa região.
--Plantar ovos de magikarp. Não é obvio que estou indo para competir nos ginásios? Mas e você? Para onde vai senhorita?

--Parece que para o mesmo lugar que você. Estou indo lá para... Fazer umas coisas para o professor Sycamore! –Ficava com medo de revelar o verdadeiro motivo de minha ida.

--E esse seu Fennekin? Você parece ser uma treinadora. Tem mais pokemons?

--Na verdade sou uma coordenadora e sim, tenho mais pokemons.

--Interessante. Ei você esta com fome? –Dizia ele pegando uma sacola com sanduiches.

--Para falar a verdade, com muita! –Meus olhos até brilhavam com a visão dos sanduiches.

--Vamos fazer uma coisa? Você só come se batalhar comigo! –Ele guardava os sanduiches na mochila novamente.

--Batalhar? Não sei se é uma boa ideia Kay.

--É Kaay! E sim, é uma boa ideia. Vamos lá! Vou usar meus pokemons mais fracos! –Ele tirava duas Pokebolas.

--Se é assim! Vou usar Kirlia e você? –Dizia pegando a pokebola de Lia e mostrando a Kaay.

--Usarei Sunflora! Vai lá minha querida! –Ele lançava a pokebola e de lá saia um Pokémon em forma de flor.

--Parece um girassol com febre amarela, vamos descobrir mais sobre você! –Procurava a pokedex na bolsa, porem não a encontrando. –Onde é que esta? Eu não posso ter perdido ou o professor me mata!

--Deixa a pokedex para lá, vamos às damas começam! –Dizia Kaay reverenciando-me.

--Bom ok! Vamos lá Kirlia! –Lançava a pokebola, de lá saia minha pequena bailarina dançando alegremente. –Já que podemos começar, Kirlia use Time Duplo (Double team) e Wil-o-Wisp.


E Vs


[Kirlia se aproximava de Sunflora, ela mostrava um sorriso medonho. Logo então a mesma começa a rodear a pequena inimiga criando uma espécie de vórtice. Dezenas de copias de lia saiam e rodeavam a pequena flor a deixando sem espaço para escapar. Porem Flora continuava confiante olhando sempre para frente, concentrada e sem medo da situação. De repente a mesma começa a movimentar-se para os lados e de sua flor/cabeça saiam pétalas coloridas que acertavam os clones e os desfaziam.].




--Eu e flora temos um vinculo, não preciso comanda-la. Ela ataca por si mesma. Mas pode continuar tentando.

--Isso é bem interessante mesmo, mas não vamos desistir. Lia agora, teleporte!


[Sunflora estava olhando para todos os lados a procura de Lia, que não estava junto aos clones, à flor começava a se desesperar de medo. Logo ela sente algo vindo de trás. Quando ela se virar para ver o que era, percebe Kirlia pronta para atirar esferas de fogo no pequeno girassol. Flora não tem chance nem de desviar, quando menos percebe é atingida, a mesma fica com status de Burns].



--Boa tática, porém não vai nos parar. Vamos lá flora! Raio Solar!


[Flora se levantava bem rápido, logo então ela começava a brilhar. Uma luz intensa a transforma em uma espécie de lâmpada natural.]



--Ainda temos tempo, Kirlia Psychock!


[Lia voltava para o campo, ela percebia Flora carregando todo o seu poder no ataque. Kirli precisava ser rápida, logo então ela se aproximava de flora e atirava contra ela bolhas feitas de energia que acertavam a mesma, porem não tirando muita vida.]


--O que? Esse é o ataque mais poderoso dela!

--Essa é uma habilidade da Flora, quando esta carregando seu raio solar ataques que brilhem tem sua energia drenada. Eu que ensinei a ela.

--Então ataques psíquicos não faram efeito. Já sei! Volte Kirlia! –Jogava a pokebola. –Vamos lá Nina! Essa é sua! –Nina saia de trás de mim animada, faz tempo que não batalhamos. –Comece então com Flame charge!


[Antes de Nina atacar, Flora se contorcia de dor pelo Burn. Logo então, Fennekin se aproximava e a flor continuava a carregar o solar beam, a raposa não estava intimidada com o ataque que estava próximo a acontecer. A mesma olhava confiante para Sun, logo seu corpo começa a ser envolvido por uma massa de ar quente que logo se transforma em fogo, Fenne se aproxima de Sunflora e atira contra ela as chamas que começam a envolvê-la criando um “Casulo de fogo” fazendo o Pokémon gritar de dor.]



--Flora! Você esta bem? –Sunflora dizia sim. –Então agora, use Raio Solar!

--Nina Lucky Chant!


[Nina antes de ser acertada, começava a expelir raios coloridos, o ataque dela não fez nada, aparentemente. Logo Flora Atira um raio verde/amarelo muito poderoso e brilhante que acerta Fennekin, parecia que não havia chance do Pokémon continuar em pé, com um ataque tão poderoso, mas logo todos veem uma silhueta se esforçando para não cair. A silhueta começa a sofrer uma transformação, aumentando de tamanho. Aparentemente o Pokémon estava evoluindo].



--Como ela pode estar de pé, com um ataque desses e ainda evoluiu.

--É o Lucky Chant, ele não deixe o Pokémon receber ataques super efetivos. Agora ela evoluiu por que tinha chegado a hora. Então vamos lá Braixen, use Flametower!



[Nina estava um pouco fraca, mas conseguia usar um ultimo ataque. Logo então ela tira de sua cauda uma espécie de graveto, ela começa a olhar fixamente para o mesmo. Na ponta dele nasce uma pequena chama, logo a recém-evoluída assopra o fogo criando um tipo de raio que acerta Sunflora a deixando fora de combate.]


--Volte Sunflora, você lutou bem! Agora vou usar meu segundo Pokémon e...

Antes de Kaay terminar de falar, um barulho muito alto os assusta.


[Peeeeeeeeeen] - Era o som de um navio se aproximando do porto e a chuva já havia passado.


--Termino essa luta com você depois! Até breve! –Então eu pegava Nina e uma mochila que estava do meu lado, logo corro para o navio. Milagrosamente consigo chegar antes que ele parta, mas lá dentro tenho uma surpresa. Estava com a mochila de Kaay.

–Ai droga, bom pelo menos vamos ter almoço. –Fuçava na mochila a procura dos sanduiches, assim que acho entrego um para Braixen e fico com um para mim. Finalmente vamos partir para novas aventuras e novos desafios! A procura de respostas sobre o coração de diamante.



Última edição por Violetta em 24th Agosto 2014, 14:01, editado 1 vez(es) (Razão : Escrevi "Estava" errado)




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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Tec' em 24th Agosto 2014, 15:05

Válido
Treino 3 Star
Evolução Boa




Spoiler:

Créditos a Ana :Sr:




Faz o passin do romano -q
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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Selene' em 27th Agosto 2014, 17:28

Capitulo 1 – Novo caminho, nova jornada, novas aventuras!
Título - Duas Violettas? Como assim?— Treino Kirlia e Braixen.

“Acabava de chegar à pacata região de Crystall. Junto a mim, minha recém-evoluída amiga Braixen. Estávamos muito animadas e prontas para qualquer desafio, mas pera ai. como assim cantora?”



—Vem Nina! –Me aproximava do porto bem devagar, tinha certa “aflição” pelo mar, causada por experiências ruins do passado. Braixen vinha logo atrás de mim, coitada, a mesma ficou enjoada a viagem toda. Então decidi que a primeira coisa a fazer é leva-la para o centro onde a enfermeira pode examinar melhor a situação.

A cidade tinha uma deliciosa brisa que passava pelo meu rosto e movia meus cabelos, aquilo me fazia lembrar a época em que vivia nos navios de meu pai, até que o acidente ocorreu, mas isso não é assunto para agora.

Por todos os lados na cidade era possível encontrar pessoas vestidas com roupas extravagantes, roupas cheias de purpurina e rostos cheios de maquiagem. Pareciam verdadeiros bonecos cheio de glamour.


—Que estranho... –Continuava a caminhar pelas ruas, passando por diversos prédios. Alguns grandes e outros pequenos, mas nenhum parecia com o conhecido Pokémon Center. Acabei me perdendo pela cidade, nada lá era familiar para mim. O que vou fazer?


Acabo me sentando e esticando minhas pernas ali mesmo, escorada a porta de um prédio azul com as cores bem claras, nela estava escrito uma frase que me fez pensar “Show de Talentos”. Mas achei melhor não ir, já que havia deixado meu violino em Kalos e não sabia nada. Escorei-me novamente a gélida parede, estava esperando a resposta cair do céu.


—Vem logo Estela. –Dizia um homem a seu Alakazam. —Eu sei que estou muito apressado, mas eles disseram que nesse show vão revelar o novo prodígio da musica e eu quero muito ganhar! –O homem vestia roupas negras, típicas de um rockeiro, sua alakazam estava do mesmo jeito. Uma dupla negra, literalmente. —Ann? –Ele olhava para mim. —Oi gatinha, você vem sempre aqui ou só veio por que soube minha presença?


—Aff. –Abaixava o rosto. —Se soubesse que você estaria aqui, nem tinha perdido tempo andando. –Me levantava para cumprimentar o rapaz.


—Olha uma esquentadinha! Meu tipo favorito, hehe. Prazer, meu nome é Alex. E essa é a Estela, minha Alakazam. E como se chama à senhorita? –Ele reverenciava-me.


—Sou Violetta, senhor! –Reverenciava tentando deixar um tom irônico. —Então quer dizer que você é cantor? –Colocava minhas mãos no bolso.


—Pretendo ser, já tenho até musica pronta. Quer ver? –Ele tirava um papel amassado e gorduroso do bolso.


—É, acho que devo né! –Pego o papel com um pouco de nojo. —Bem “úmido”, não é verdade?


—É que tive essa ideia na hora do almoço, e estava comendo hambúrguer, já da para saber o estrago. Haha.


—É. –Abria o papel com calma para não rasga-lo, logo lia as pequenas linhas, estrofes e parágrafos.

—Uma musica bem “energética”. “Sou foda, sou lindo, sou rockeiro e sou forte e a musica é meu porte”. —Bem sentimental Haha.


—Quero ver então sabichona, se você é tão boa porque não faz uma melhor? –Dizia ele com uma voz um tanto “Soberba”.


—Se você quiser... –Tirava do bolso um papel e uma caneta, logo começava a escrever.


15 Minutos depois.


—Pronto! –Dizia levantando o papel para o alto. —Pronto leia! –Entregava o papel para Alex.


—Detesto de dizer, mas para ser uma verdadeira compositora requer pratica e tempo. Você não conseguiria escrever uma musica tão rápido princesa. –Pegava o papel de minha mão achando que não passava de apenas algumas letras, nada de importante. Logo ele arregala os olhos, parecia ter lido algo “Avassalador”. —Cara isso “ta” muito bom! –Abria a boca. —É uma letra femina, eu sei, mas acho que essa musica ia pegar e você ia se tornar muito famosa!


—Ela ta boa mesmo? –Dizia levantando o pescoço para ver a expressão no rosto de Alex, que estava lendo novamente a musica. —Eu a fiz bem simples, acho que nem seria tanto.


—Sabe alguém que escreve tão bem, deve cantar do mesmo jeito. Será que poderia dar uma palinha? Só para eu ouvir! –O homem sorria, parecia ser um pedido sincero. —Por favor, eu te imploro! –Ele se ajoelhava.


—Já que você insiste tanto, lavai! –Jogava minha mochila no chão e limpava a garganta, pronta para cantar.


[♪ ♫ Nunca vão poder
Me calar
Pois eu vou falar
Pra poder vencer
Só saber
Não é nada
Sempre que tiver
Barreiras
Vou mostrar que
Posso enfrentar
E vivendo a
Minha vida
Eu vou alcançar
E eu vou cantar
Pelo mundo
Sendo o que eu sou
Não vão me parar
Um segundo
Sei que nunca vou
E vou mostrar
Eu vou gritar
Tudo o que sinto
Tudo, tudo ♪ ♫]

O homem olhava para mim boquiaberto e com os olhos brilhando.


—E então? Fui tão ruim assim? –Ajudava o homem a levantar e esperava a resposta.


—Você parece, parece. Um Anjo! –Ele sorria mais ainda, seus olhos continuavam a brilhar aparentemente era um homem sonhador com grandes pensamentos.


—Um anjo? Não exagere, nunca cantei na vida. Não posso ser tão boa assim. –Dizia para o homem com um sorriso discreto, mas a saltar de alegria por dentro, tudo isso por descobrir um novo talento.

—Pois pode acreditar... –Dizia uma vós feminina que estava atrás de nós. —Merecia seu próprio CD.


—Quem disse isso? –Olhava curiosa para saber que estava a conversar comigo.


—Que modos os meus, prazer. Meu nome é Martina. Conhecida popularmente por “Violetta”.


—Oque? –Olhava para trás e me deparava com uma estranha cena, a mulher era idêntica a mim! Em cada detalhe... —Mas, mas! Violetta sou eu. E porque você é igual a mim?


—Legais duas garotas, parece que vou ter uma chance com pelo menos uma... –Dizia Alex a nos olhar com uma expressão safada.


—Sai desse corpo que não te pertence. –Dizíamo-nos duas ao mesmo tempo. —Ué, que estranho! Ei para de me imitar! Eu não estou de imitando!


—Que coisa estranha! –Alex olhava para os dois lados, confuso com a situação. O mesmo acontecia com Nina.


—Espera você ainda não me explicou quem é você! –Me aproximava da garota observando a mesma.


—Sim, eu sou você. Porém de uma realidade diferente, fui trazida para este lugar por uma criatura que se denominava Diancie.


—Diancie? Acho que já ouvi falar. Há quanto tempo você chegou aqui? –Me aproximava de Martina.

—Há um mês, já estou até me acostumando com esse lugar... Já virei até uma treinadora! –Ela mostrava duas Pokebolas.


—Você já tentou conversar com a professora sobre isso?


—Claro né, ela disse que a chave para eu voltar para meu mundo esta com você. –Ela estendia a mão e apontava para mim.


—Comigo? –Colocava a mão em meu peito.


—Sim com você, aquele coração de diamante que você carrega.


—O que tem ele?


—Ele é a chave para abrir portais para outros mundos, foi retirado da couraça da própria Diancie!


—Então essa era sua finalidade... –Segurava o colar que estava em seu pescoço e como pingente o coração.


—Bom, já sei mesmo como volto para casa. Agora quero me divertir um pouco, que tal uma batalha?
–Novamente ela mostrava as Pokebolas.


—Acho que não tem problema. Então vamos lá! Eu escolho Braixen! –Nina se levantava um pouco indisposta, mas logo saltava no campo, pronta para tudo.


—Ótima escolha. Mas saiba que você vai perder! Usarei Quilava!


—Outro tipo fogo. Acho melhor usar ataques psíquicos. –Olhava para Braixen a mesma sorria confiante para mim.


—Você pode começar!

And Vs

—Ta bem, já que você insiste. Braixen, Psybeam!


[Confiante, Braixen se aproximava aos poucos de quilava. A mesma quase não se mexia. Então da vareta que estava em suas mãos começa a surgir um pequeno brilho em formato circular que logo se transforma em um raio multicolorido acertando quilava e a fazendo cair, mas logo a mesma se levanta mostrando resistência, atirando contra Nina pequenas estrelas brilhantes].

—Braixen rápido use Psych para se livrar delas!



[Braixen tirava novamente a vareta de sua cauda, ele olhava para a junção do graveto. Logo as estrelas começam a ser envolvidas por um brilho rosa e em pouco tempo a velocidade delas ia diminuindo até as mesmas ficarem totalmente paradas no ar].

—Quilava use investida!



[Quil estava risonho olhando para sua treinadora. Logo ela seguia se caminho em linha reta indo em direção a Nina bem rápido, a velocidade era tanta que uma massa de ar ia envolvendo quilava, podia se esperar um ataque poderoso, Nina mexia o graveto atirando contra Quil as estrelas paralisadas no ar, porém o ataque não teve êxito, quebrando as estrelas, quilava acerta a investida em Braixen].


—Nina esta tudo bem? –Ela parecia responder sim. — Se sim vamos acabar com isso, use Psychock.



[Nina se levantava um pouco cansada, logo a mesma retira de sua cauda a vareta novamente. Girando a “Varinha magica”, Braixen criava uma quantidade de bolhas coloridas, que a mesma atirava contra Quilava, porem a pequena inimiga conseguia desviar facilmente e logo contra-atacava. A mesma se aproximava de Nini e rugia bem alto, fazendo a mesma voltar para a pokebola e no lugar dela aparecia Kirlia totalmente despreparada].



—Kirlia? Onde esta a Braixen? Bom tanto faz, já que você esta aqui use Confusão!



[Lia percebia que estava em campo de batalha. Logo a mesma ouvia meu comando e preparava o ataque, seus olhos brilhavam em uma cor lilás, logo ele levita Quil para cima e a atira no chão, a mesma sofre muito dano. Quilava estava fora de combate].


—Volte quilava, você lutou muito bem! –Martina estendia o braço e puxava Quil de volta para a pokebola.


—Isso ganhamos!!! Eee! –Começava a saltar de alegria, em meu pescoço pulava também o colar tão especial. O mesmo brilhava com o sol o atravessando, logo um misterioso brilho aparece do nada e então meu colar some do nada, a alguns metros perto da li dava para se ver um Helioptile carregando o colar na boca. —Ei volta aqui, onde pensa que vai? –Pegava a minha mochila e corria atrás do pokemons, o mesmo se assusta e começa a fugir também. —Pegue aquele lagarto!

—Ela é sempre apressada assim? –Dizia Martina.


—Não sei, acabei de conhecê-la. –Dizia Alex. —Acho melhor nós ajudarmos.


—É... Vamos lá! —Então os dois garotos iam atrás da apressada menina, uma nova aventura os aguarda indo atrás do Helioptile e saber quais seus ideais para com aquele item. Mas, que item é aquele mesmo? E quem é a Martina? Como ela veio parar aqui? Isso vocês descobriram em breve...

Continua.




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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Njoy' em 27th Agosto 2014, 17:42

Avaliação:
4 Estrelas
Foi bem escrito, teve alguns erros de falta de pontuação e poderia ter aproveitado mais a batalha. Tirando isso, está muito bom.
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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Selene' em 31st Agosto 2014, 13:02

O lutador solitário
Novo Caminho, Nova Jornada, Novas aventuras!

“Finalmente a região Crystal. Mal cheguei e já fiz muitas amizades, mas acho que depois de tanto tempo viajando, mereço um descanso. Ata e você pensa que eu vou fazer isso mesmo? Primeiro vou atrás de aventuras e depois de cama e colchão.”
Laboratório De pesquisa da região Crystal
—Aaa! Volta aqui Helioptile! –Já se passavam horas correndo atrás do pequeno lagarto elétrico. O mesmo parecia não se cansar, estávamos bem longe do centro da cidade de Angélica e nada do “anjinho” parar para descansar.

— Esquece Violetta, ele não vai parar! –Dizia Martina. —Nós temos que para-lo! –Ao falar, Martina joga uma pokebola. Dela sai um Pokémon um tanto “peculiar”, parecia um palhaço.

—Mime!

—Que criaturinha mais feia! –Dizia Alex olhando para o Pokémon.

—E o que você pretende fazer Martina? –Parava por alguns instantes, tomava folego e voltava a correr.

—Observe. –Ela apontava para Helioptile. —Mr. Mime! Use Psychic!
[Mr. Mime parava de correr e ia à frente de Martina, logo a mesma mexia suas “grandes” mãos em pequenos movimentos circulares. Então seus olhos mudam de cor de Azul para roxo. Logo Helioptile começa a ser envolvida por uma espeça camada de brilho rosa, fazendo o mesmo fica parado em pleno ar e não o deixando escapulir].

— Porque não pensei nisso antes? –Dizia Alex.

—Porque você não pensa, fala o que vem na sua mente. –Saia de perto dos garotos e tomava a frente indo para perto de Helioptile. —Porque você fez isso? –Olhava com uma expressão de desprezo para o lagarto.

—Hell... –Ele virava o rosto para mim.

—Helioptile! Você fugiu de novo! –Dizia uma voz masculina vinda do lado contrario da garota. Ela aos poucos ia se aproximando, logo bem perto podíamos ver um homem vestido com roupas brancas e um enorme óculos no rosto. —Desculpe-me! O Helioptile vive aprontando. –O homem mostrava uma expressão de vergonha.

—É nós percebemos isto! –Dizia Martina retornando Mr Mime. –Ele tentou roubar um item muito importante para nós!

—É... –Alex sem nada a acrescentar, apenas apoiava.

—Mil perdões! –O homem reverenciava. — A professora Karine viajou e me mandou cuidar desse encrenqueiro, mas ele vive fugindo!

—Espera, você disse professora Karine. –Dizia curiosa com a situação.

—Sim! Ela foi visitar um amigo em outra região e me deixou cuidando do laboratório. Aaa e meu nome é Edgar. –Novamente ele reverenciava. —E qual o nome das senhoritas e do rapaz?

—Eae! Eu sou Alex, mas pode me chamar de Lex. - Edgar estendia a mão esperando um comprimento formal, porem Alex não conhecia bem à educação e o cumprimentou dando um tapa em sua mão.

—Prazer, eu sou a Martina. –Edgar beijava a mão da garota.

—E eu sou Violetta. –Ele reverenciava-me

—Que interessante, é muito raro achar irmãs gêmeas por aqui!

—Na verdade, não somos irmãs gêmeas. É um longo assunto... –Dizia Martina.

—Adoraria saber desse assunto, querem passar no laboratório e fazer um lanche?

[Roooonch] —Acho que esse lanche veio na hora certa. –Dizia Alex.

—Então venham! Sigam-me! –Ele corria dentre dois prédios e entrava em uma espécie de estufa, junto a ele, estava Helioptile. Agarrado as suas costas. Logo eu e os garotos corremos atrás do apressado professor e chegávamos ao laboratório, um local cheio de plantas e pokemons. Aparentemente, a especialidade da casa era pokemons de grama.

—Nossa aqui tem um cheirinho doce. –Dizia Martina a puxar para dentro de si uma grande quantidade de ar. —Parece que estamos dentro de um mundo feito de chocolate.

—Hehe. Isso é feito graças aos nossos pequenos pokemons de planta, eles usam o ataque “Aroma doce” para atrair o parceiro quando chega à época de acasalação.

—Interessante. Então professor, vocês também entregam pokemons aos iniciantes aqui?

—Não exatamente Violetta. Aqui a maneira de conseguir iniciais é diferente.

—E como é? -Perguntava Alex.

—Nós entregamos aos iniciantes uma pokebola e eles têm de dar um jeito de capturar um dos nossos pokemons que ficam espalhados pelo lab.

—Mas isso não é perigoso? –Dizia Martina.

—Baah! Todos os pokemons daqui são criaturas inofensivas, quer dizer...

—Quer dizer o que?
—Há algum tempo atrás, uma senhora, já de idade, encontrou um Pokémon boiando pela agua. Ele estava ferido, desmaiado. Ela ficou com muita pena do pobre, pois o mesmo ainda era bastante pequeno... Logo ela o pegou e cuidou dele como se fossem mãe e filho. O pequenino se apegou muito a ela, eles faziam de tudo juntos. A velhinha vivia cozinhando para ela e para ele. Porem tinha um problema...

—Que problema? –Gritamos todos assustados.

—O filho da senhora, ele era um viciado em drogas, todas as semanas ele ia pedir dinheiro a mãe e quando ela não tinha, ele a espancava, a deixando muito ferida. O Pokémon já não aguentava ver mais a mesma cena sempre, um dia ele entrou no meio da briga. Ele não sabia o quão forte era o poder que tinha, então atacou tão forte o homem que acabou... O matando... A velha ficou muito triste com a situação, sua comida perdeu o gosto. O doce ficou amargo e o salgado ficou azedo. Hawlucha sabia que aquilo era culpa dele, ou pelo menos achava.

—Hawlucha? –Exclamávamos

—Uhum. Hawlucha. O mesmo despejou toda a culpa sobre ele, logo ele decidiu que devia partir. Quando mais ele ficasse na casa com a senhora, mais triste ela ficava. E assim fez, saiu.

—E ele não voltou?

—Sim voltou alguns dias mais tarde à saudade bateu mais forte. Ele então voltou correndo para casa, lá ele encontrava a velha caída no chão, ela estava gélida. A pele estava mais branca que arroz, a pobre havia morrido de tristeza. Então Hawlucha achou que toda a culpa era dele, ele tentou se matar inúmeras vezes... Até que um dia ele aceitou vir conosco para morar no lab, mas ele continua arisco. Muitos tentaram captura-lo, mas sem êxito.

—Eu sei pelo que ele esta passando, minha mãe também se culpava pela morte de meu pai... –Dizia eu colocando a mão nos olhos para aparar as lagrimas.

—Como assim Violetta? –Diziam todos.

—Minha mãe estava ansiosa para passar férias com meu pai, navegando pela região. Ela tanto fez, tanto pediu que meu pai aceitou. Quando estávamos em pleno mar, uma tempestade acarretou no tombamento do navio... Minha mãe e eu sobrevivemos graças ao milotic de meu pai. Porém, ele não teve a mesma sorte. –Lagrimas começavam a cair de meu rosto.

—Puxa Violetta, não sabia que sua historia era triste assim... –Dizia Martina.

—Uhum... Eu sei como o Hawlucha se sente. Quer saber! Professor Edgar, se o senhor autorizar, eu gostaria de capturar o Hawlucha. Quem sabe em uma jornada ele não se anima mais?

—Eu não sei Violetta, tenho medo de você se machucar...

—Pode ficar calmo, eu tenho meus pokemons para me protegerem. Tenho minha Delphox, Kirli, Honchkrow e muitos outros!

—Olha, se você quer tentar. Tente! Mas não quero que fique triste se não conseguir.

—Eu vou conseguir! Agora me diga, onde ele fica?

—Lá em cima! –Ele apontava para uma torre em cima do laboratório.

—E agora Violetta? Vai voando até lá? Hahaha! –Dizia Alex.

—Não... Mas eu tenho uma ideia melhor! Tenho um amigo que pode voar para mim! Vai lá Honchkrow! –Lançava a pokebola para o alto, dela saia meu corvo real.

—Um Pokémon noturno? Acho que não ia ser um oponente difícil para o Hawlucha. –Dizia Edgar.

—Ele vai ser apenas meu meio de transporte! –Me sentava em cima de Honchkrow. —Vamos lá John! Hora de voar! –Honch saia do chão sem problema algum, era muito leve e não apresentei problemas no voo. Logo nos aproximávamos da torre, nela víamos palha, comida, alguns trapos e no meio de tudo, Hawlucha cabisbaixo.

2—Hawlucha? –Saia de cima de Jhon e me aproximava do Pokémon, Honch vinha logo atrás caso algo aconteça. —Oi eu sou a Violetta. –Sorria para o Pokémon, o mesmo ficava encolhido sem falar nada.

—Krow? –Honchkrow perguntava confuso o que havia acontecido.

—Ele esta triste. Mas eu sei o que vai animar ele! Vai lá Honchkrow! Use Night Slash!
E Vs

[Jhon saia da entrada da torre e partia para cima de Hawlucha, suas garras ficavam de uma cor negra bem forte. Logo ele acerta o lutador, porem o mesmo quase não sentia e continuava deitado.]

—Mas como? Esse é o seu ataque mais poderoso!

—Krow!? –Honch olhava para mim querendo dizer “Não sei”. Então uma coisa nos surpreende, Hawlucha se levanta e atacava Jhon.


[Hawlucha se afastava de Jhon, logo o mesmo vinha correndo em investida a Honch. Antes do corvo pensar em desviar, eis que o lutador salta e cai por cima da ave a deixando fora de combate].

—Uau! Jhon volte você fez muito! –Apertava o botão da pokebola, fazendo Honchkrow voltar, logo lançava outra para o alto. Dela saia Delphox, pronta para o combate! —Delphox, vamos lá! Use Psychock!-

[Delphox, mesmo com o espaço apertado, saltava para minha frente tentando me proteger de qualquer ataque repentino. Logo ela tira do seu pelo uma espécie de varinha magica. Ela então olhava para a varinha concentrando todo seu poder. Finalmente ela começava a girar o graveto em 360º. E de cada vez que ela girava saíam aspirais psíquicas que se juntavam e formavam uma grande bola. A mesma acerta Hawlucha o deixando cansado].


—Isso ai Nina! Agora use Flame Charge!

[Nina novamente girava sua varinha, dessa vez apontando para baixo. Logo começava a aparecer uma chama que girava no mesmo sentido do graveto, essa chama começava a envolver Delphox, mas não a causava nada. Então a mesma para de girar a varinha e a aponta para Hawlucha, o fogo segue o comando e voa em direção do pequeno lutador, o acertando e deixando com pouca força de vontade.].

[Porém Haw não desiste tão fácil. Ele se levanta e começa a voar bem alto, até que bate no teto e cai. Mas mesmo assim ele se levanta e começa a correr em direção de Nina, sua velocidade parecia se dobrar a cada passo. Ele então se aproximava de Delphox e se preparava para atacar.].

—Delphox cuidado!

[Nina ouve meu comando tarde demais, logo ela é acertada pela poderosa investida, que parecia estar com sua força dobrada. Mas ela resiste e se levanta, com um pouco de dificuldade, mas levanta].

—Delphox, você consegue! Use Psybeam!

[Delphox se levantava com cuidado e tirava de seu pelo sua vareta novamente. Ela cria um ponto de fixação de olhar na junção da varinha. Logo ela aponta a mesma para Hawlucha e do graveto eis que surge uma espécie de raio multicolorido e brilhante, que acerta Haw em cheio e o deixa fora de combate.].

—Obrigada Delphox, apode deixa comigo! –Delphox saia de minha frente deixando o caminho livre. Logo tirava de minha bolsa uma pokebola, então lhe dava um selinho e a jogava em Hawlucha. A mesma começava a girar...

1...2...3...4... —O Pokémon foi capturado!

—Isso ai! Eu sei que você não queria vir comigo, mas também sei que você vai se divertir muito na minha jornada. –Olhava para a pokebola com meus olhos cheios de agua, logo voltava Delphox para a pokebola e me aproximava da entrada da torre.


——Eeeeeei! Alguém pode me pegar uma escada? –Começava a rir da minha própria situação, lá tem baixo via meus amigos, que estavam preocupados comigo. Meu primeiro dia nessa nova região... Podia ser melhor que isso? Mas espera, quando vou ter respostas sobre aquela joia? E agora que a professora viajou como vou fazer? Tenho que descobrir muitas coisas ainda, mas cada uma em seu tempo.

Continua!



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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

Mensagem por Son' em 31st Agosto 2014, 18:57

Avaliação

Seu texto teve alguns erros de gramática, mas eu achei a história interessante, mesmo achando meio tensa. Bem, o correto é: "Ah, tá" e não "Ata". Houve erros em determinadas partes, quanto ao uso do travessão, erros de acentuação e de escrita de palavras. Revise seu texto antes de postá-lo para evitar erros mínimos.

Nota: Regular.




Por Athena
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Re: Pokémon -- Universos de Cristal [Jornada Violetta]

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